a d v e r t i s e m e n tO Governo cabo-verdiano aprovou um congraçamento com o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), para um financiamento de muro de 3,8 milhões de dólares para substanciar a resiliência dos sistemas agrícolas às alterações climáticas, noticiou a Lusa, nesta terça-feira, 5 de Agosto.
Segundo informou, o financiamento será aplicado no contextura do projecto “Adaptação dos Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento da África Ocidental e Medial – Reforço da Resiliência dos Sistemas Agrícolas às Alterações Climáticas em Cabo Verdejante”, lê-se no Boletim Solene publicado na segunda-feira (4).
O congraçamento, assinado a 8 de Abril, visa estribar os pequenos produtores agrícolas através de práticas inovadoras e resistentes ao clima, reforço de capacidades institucionais e comunitárias e um sistema de séquito, avaliação e gestão do conhecimento.
Segundo o decreto governamental, Cabo Verdejante, tal porquê a Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe, “enfrenta fenómenos meteorológicos extremos, agravados pelas alterações climáticas, que afectam infra-estruturas, populações e culturas.”
O projecto será coordenado a partir de Cabo Verdejante, através da Unidade de Gestão do Programa de Oportunidades Socioeconómicas Rurais (POSER) – um programa de desenvolvimento rústico no país focado em produzir oportunidades de ocupação e de rendimento para a população rústico vulnerável, que deverá beneficiar directamente mais de 41 milénio agregados familiares em situação de pobreza, com prioridade para mulheres chefes de família e jovens sem formação.
As acções previstas incluem a introdução de culturas mais resistentes à seca, melhorias nos sistemas de rega, construção de infra-estruturas de retenção de chuva, reforço da informação climática e capacitação técnica na gestão de riscos.
O financiamento, sob forma de donativo, irá abranger intervenções nas ilhas de Santo Antão, Santiago e Boa Vista, as mais afectadas pelas alterações climáticas.
De congraçamento com o Governo, o país tem adoptado medidas de adaptação e mitigação — porquê a remoção de sais e outros minerais da chuva do mar ou a reutilização de águas residuais —, mas os desafios estruturais do sector agrícola continuam a exigir escora extrínseco.
O projecto tem uma duração prevista de cinco anos e conta com escora técnico e financeiro do FIDA e do Fundo de Adaptação.
Painel