Menos de 50 milénio alunos candidataram-se à 1.º tempo do concurso pátrio de chegada ao ensino superior, um valor muito inferior ao registado nos últimos anos e só comparado a 2018. O prazo de candidatura à 1.º tempo do concurso terminou esta segunda-feira e, segundo dados da Direção-Universal do Ensino Superior (DGES), houve 49.595 candidatos, menos 9.046 do que no ano pretérito. A tendência de subtracção de candidatos já se vinha registando há alguns anos, mas de forma quase inexpressiva: Em 2020 murado de 62 milénio alunos tentaram entrar no ensino superior na 1.º tempo e nos dois anos seguintes as candidaturas continuaram a rondar sempre os 60 milénio. Os dados da DGES mostram que levante ano o número de candidatos desceu para valores próximos dos registados em 2018, quando também somente 49.362 alunos se candidataram na 1.ª tempo. Em 2020, ano de pandemia de covid-19 que levou a uma mudança temporária das regras de chegada ao ensino superior, dispararam as candidaturas. De forma gradual, nos últimos anos, algumas das regras foram sendo repostas, porquê a obrigatoriedade de realizar vários exames nacionais. As associações de estudantes têm alertado que a falta de alojamento a custos acessíveis e as dificuldades financeiras das famílias para suportar um fruto a estudar longe de morada pode contribuir para alongar os jovens do Ensino Superior. Por outro lado, levante ano, há mais de 55 milénio vagas no regime universal de chegada do ensino público, às quais se somam outras 717 vagas para os concursos locais, porquê os cursos artísticos que exigem pré-requisitos à ingressão. A estas vagas, juntam-se outras 21 milénio que são abertas nos regimes e concursos especiais, porquê é o caso dos maiores de 23 anos ou mudanças de curso. No privado, existem perto de 25 milénio lugares disponíveis.

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