O Tribunal Judicial da província de Cabo Ténue, na região setentrião de Moçambique, fez saber que começa nesta terça-feira, 5 de Agosto, a vender em hasta pública dez conjuntos de edifícios pertencentes à Plexus, uma empresa detida por um grupo britânico e considerada uma das maiores exploradoras de algodão no País, esperando recepcionar um totalidade de 488,8 milhões de meticais (7,5 milhões de dólares). De concórdia com a Lusa, está em desculpa o processo de insolvência da Plexus, cuja operosidade foi interrompida em 2022, deixando milhares de produtores sem poder escoar o resultado, além de avultadas dívidas. A entidade apontou prejuízos provocados por sucessivos ciclones que afectaram a região e pelo impacto da violência armada para justificar um desempenho financeiro em deterioração desde 2016 e o termo das operações em 2022. Segundo os dados avançados pela filial noticiosa portuguesa, estima-se que tapume de 200 trabalhadores tenham ficado com ordenados em detido, e que 50 milénio produtores estejam desde 2022 com dificuldades para escoar a matéria-prima, que até portanto entregavam à Plexus. “Em 2023, foi anunciado um concórdia com a portuguesa Felpinter, para passar a gerir o negócio sítio de algodão, incluindo duas unidades de processamento com capacidade para 45 milénio toneladas por ano”, recordou. O Tribunal Judicial revelou que, das dívidas conhecidas, 95% foram contraídas pela Plexus junto de quatro bancos — Moza Banco, Banco Mercantil e de Investimentos (BCI), Access Bank e Société Générale. “O Moza era portanto credor de 197 milhões de meticais, o BCI de 127 milhões, o Access de 110 milhões e o Société Générale de 58 milhões. Além dos bancos, estavam identificados 3,4 milhões de meticais de salários que ficaram por remunerar, sendo o resto da dívida ao fisco e à segurança social”, descreveu. Recentemente, o Banco de Moçambique (BdM) anunciou que as exportações do algodão, uma das principais culturas de rendimento do País, renderam 120,9 milhões de dólares (7,74 milénio milhões de meticais) nos últimos cinco anos. Porém, em 2024, registaram uma queda superior a 50%, fixando-se em 14,2 milhões de dólares (910 milhões de meticais). Apesar da sua prestígio, Moçambique representa menos de 0,5% da produção mundial de algodão, num mercado liderado por potências agrícolas porquê os Estados Unidos, a China e a Índiaa dvertisement
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