O Governo do Brasil iniciou esta segunda-feira um processo para solicitar consultas com os Estados Unidos, sob a égide da Organização Mundial do Negócio (OMC), sobre as tarifas aplicadas às importações do país.


A Câmara de Negócio Exterior, um órgão dependente do Governo, autorizou o país a solicitar a realização de consultas com os EUA, um processo de solução de disputas bilaterais, embora a decisão final seja do presidente brasílico, Lula da Silva.


O vice-presidente do Brasil, Geraldo Alckmin, disse durante uma conferência de prelo que Lula ainda deve ordenar “quando e porquê” usar esse mecanismo.


O processo de solução de disputas entre os Estados-Membros da OMC prevê um período de 60 dias para a realização das consultas.


Se o país reclamante não permanecer satisfeito com o resultado das discussões, pode solicitar a geração de um “grupo peculiar”, a período seguinte deste mecanismo que pode resultar na imposição de compensações.


O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou na semana passada o decreto que estabelece uma tarifa de 50% sobre uma segmento importante das importações brasileiras e que deve entrar em vigor na quarta-feira.


A tarifa afetará produtos porquê mesocarpo e moca, embora deixe de fora outras exportações relevantes, porquê aviação e ferro.


No entanto, o ministro das Finanças brasílico, Fernando Haddad, afirmou hoje que o Governo continua a negociar com os EUA para tentar evitar a ingresso em vigor das tarifas, e apontou a possibilidade de incluir um concordância sobre terras raras nas discussões.

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