
O Código do Trabalho vai mudar. O Governo já apresentou o anteprojeto de reforma da legislação laboral que traz maior flexibilidade. Maria do Rosário da Palma Ramalho diz que “objetivo foi mesmo promover a competitividade da economia e aumentar a produtividade. O preconceito contra a flexibilização em Portugal é aquilo que tem orientado a salários baixos”. oEntre as alterações estão o término da recusa dos pais de realizarem trabalho ao término de semana, medida que visa “lastrar o sistema porque o uso de um recta não se deve confundir com o ataque desse recta”, mas também a restrição do recta ao horário reduzido na amamentação: “acho difícil de conceber que, depois dos dois anos, uma menino tenha que ser alimentada ao peito durante o horário de trabalho”, diz a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social. Em entrevista ao Jornal de Notícias, a ministra fala ainda das alterações ao luto gestacional, clarificando que as mudanças evitar situações em que “grávidas que perderam o seu recém-nascido não tinham recta à licença”, explicando que os pais perdem esse recta. Em contraponto, “ainda ninguém chamou a atenção para o aumento da licença de parentalidade em dois meses, nesta proposta. Só o valor dessa proposta são mais de 200 milhões de euros”, atira.
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