30 Os maiores problemas éticos no contextura da notícia social envolvem profissionais que não têm formação de especialidade que, em muitos casos, trabalham em organizações sem o devido licenciamento para operar no sector.Segundo tese partilhada esta tarde pelo ministro das Comunicações e Transformação Do dedo, com o vinda da digitalização assistiu-se a um “boom” de meios que operam no sector de notícia social em Moçambique, muitas dos quais sem o devido licenciamento, aproveitando não só a preâmbulo tecnológica uma vez que também a falta de uma regulamentação específica para o sector.Uma das consequências deste maravilha, segundo Américo Muchanga, é a pressão a que se assiste sobre os meios de subsistência de entidades que operam no mercado em condições de legitimidade.A título de exemplo, apontou a disputa da publicidade mercantil entre os dois segmentos de operadores, sendo hoje provável que, um mero blogueiro, com exclusivamente um laptop e pouco mais, capte publicidade mercantil em níveis que concorrem com entidades uma vez que a Televisão de Moçambique, que têm custos elevados de manutenção das suas operações.“É preciso disciplinar o mercado para que não ocorra levante tipo de concorrência que penaliza a indústria formal (…)”, disse.O ministro, que palestrou sobre o tema “Informação Social em Moçambique na contemporaneidade: regulação e desafios na era do dedo” no quadro do IV Recomendação Coordenador do GABINFO, que decorre no região de Manjacaze, em Gaza, também partilhou ideias sobre literacia do dedo no país, tendo realçado que o Governo tem planos de formação sobre a material, não obstante esta não deva ser uma tarefa exclusiva do executivo.“É preciso ensinar as pessoas a mourejar melhor com a informação abundoso nas redes sociais. Ensiná-las que nem tudo que lá vem é verdade, que não devem partilhar qualquer informação que recebem dos grupos de WhatsApp, por exemplo. Esta é uma tarefa que deve ser assumida também pelos órgãos de notícia, e partilhada com todos, pois cada um de nós pode ser um agente activo nesta instrução (…)”, anotou Américo Muchanga. Legenda: Plenária do IV Recomendação Coordenador do Gabinfo que decorre em Manjacaze Você pode gostar também

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