A África do Sul conseguiu um empréstimo de 582 milhões de dólares da Alemanha para ajudar a financiar a sua transição para ultimar com a subordinação dos combustíveis fósseis, noticiou a Bloomberg, nesta segunda-feira (28).
A Sociedade Alemã para a Cooperação Internacional (GIZ) — através da instituição financeira estatal KfW — irá conceder o empréstimo a 13 anos com um período de carência de três anos a uma taxa fixa de 4,31%, segundo um transmitido publicado pelo Tesouro Vernáculo da África do Sul.
O congraçamento baseia-se em dois outros empréstimos celebrados em 2022 e 2023 e faz secção do compromisso assumido pela Alemanha na 26.ª Conferência das Partes de estribar a iniciativa da África do Sul.
Assim, os empréstimos de Berlim a Pretória, implementados pelo KfW, cifram-se já em 1,5 milénio milhões de dólares, fazendo secção de um pacote maior de projectos para a Parceria para a Transição Energética Justa, um pacto de financiamento climatológico de 8,3 milénio milhões de dólares assinado em 2021 com algumas das nações mais ricas do mundo, incluindo França e Alemanha.
A África do Sul depende do carvão para tapume de quatro quintos da sua produção de electricidade e, por isso, tem a economia mais intensiva em carbono entre as 20 principais do Grupo dos 20.
Os participantes no último empréstimo incluem o Banco Mundial, o Banco Africano de Desenvolvimento, a Sucursal de Cooperação Internacional do Japão e o Fundo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo, informou o Tesouro.
A iniciativa reforça as medidas de segurança energética de limitado e médio prazo da África do Sul e promove a descarbonização, segundo o ministro das Finanças, Enoch Godongwana.
Painel