O comissário europeu do Negócio, Maros Sefcovic, disse que vai continuar a negociar esta segunda-feira com os seus homólogos dos Estados Unidos apesar do proclamação norte-americano de tarifas de 30% à União Europeia, recusando-se a desistir sem “esforço genuíno”. “Continuamos convencidos de que as nossas relações transatlânticas merecem uma solução negociada, uma solução que crie as bases para uma novidade segurança e cooperação, e é por isso que continuamos a colaborar com a gestão dos Estados Unidos e a dar prioridade a uma solução negociada até ao novo prazo do dia 1 de agosto”, declarou Maros Sefcovic. Falando à chegada à reunião dos ministros do Negócio da União Europeia (UE), em Bruxelas, o responsável aludiu ao proclamação do Presidente norte-americano, Donald Trump, de tarifas recíprocas de 30% ao conjunto comunitário dentro de murado de duas semanas, vincando: “Não consigo imaginar-me a desistir (de negociar) sem um esforço genuíno”. Destacando o “contexto cada vez mais difícil do transacção internacional”, Maros Sefcovic descreveu estes direitos aduaneiros adicionais de 30% uma vez que “efetivamente proibitivos para o transacção reciprocamente” entre UE e Estados Unidos. “Se estivermos a falar de 30% ou 30% mais (de tarifas), haverá um enorme impacto no transacção. Será quase impossível continuar o transacção uma vez que estamos habituados numa relação transatlântica (…) e as cadeias de provimento transatlânticas serão fortemente afetadas em ambos os lados do Atlântico”, elencou. O comissário europeu da tutela vincou ainda que o executivo comunitário está a preparar-se “para todos os resultados, incluindo, se necessário, contramedidas proporcionais muito ponderadas para restabelecer o estabilidade”. “Farei definitivamente tudo o que estiver ao meu alcance para evitar um cenário muito negativo”, prometeu. No sábado, o Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que vai impor tarifas de 30% sobre produtos da UE a partir de 1 de agosto, numa epístola endereçada à presidente da Percentagem Europeia, Ursula von der Leyen. Reagindo a tal proclamação, a líder do executivo comunitário afirmou que Bruxelas continua disposta a negociar com os EUA para chegar a um negócio antes de 1 de agosto. Donald Trump justificou a decisão com o excedente mercantil da UE com os Estados Unidos, que atingiu 50 milénio milhões de euros em 2024. As tensões comerciais entre Bruxelas e Washington devem-se aos anúncios do Presidente Donald Trump de imposição de taxas à UE, que começaram por ser de 25% para o aço, o alumínio e os automóveis europeus e depois se tornaram em tarifas recíprocas ao conjunto comunitário, suspensas e agora fixadas em 30% posteriormente um período de negociações. Bruxelas prefere uma solução negociada com Washington, tendo já proposto tarifas zero para bens industriais nas trocas comerciais entre ambos os blocos. A Percentagem Europeia detém a cultura da política mercantil da UE. Atualmente, 379 milénio milhões de euros em exportações da UE para os Estados Unidos, o equivalente a 70% do totalidade, estão sujeitos às novas tarifas (incluindo as suspensas temporariamente) desde que a novidade gestão dos Estados Unidos tomou posse, em janeiro pretérito. Segundo a Percentagem Europeia, está em pretexto uma taxa média de direitos aduaneiros dos Estados Unidos mais elevada do que na dezena de 1930. A UE e os Estados Unidos têm o maior volume de transacção entre parceiros, de 1,5 biliões de euros.

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