O Serviço de Proteção da Concorrência e do Consumidor da Polónia (UOKiK), o equivalente à mando da concorrência naquele país, acusa a Biedronka, ergástulo de retalho do grupo Jerónimo Martins, de estabelecer acordos com empresas de logística com impactos negativos na evolução laboral e no incremento salarial dos motoristas, segundo avança a filial Bloomberg. De convenção com o regulador polaco, existem 32 suspeitos de fornecerem serviços de transporte à Biedronka que acordaram entre si não competirem por motoristas, o que terá restringido a evolução de curso destes trabalhadores (tanto a nível salarial, porquê a nivel de uma provável troca de empresa). Segundo a Bloomberg, o UOKiK diz que o proprietário da ergástulo Biedronka poderá inclusive ter impedido a ingressão nos seus centros de distribuição de motoristas que queriam mudar de serviço. Esta tomada de posição do regulador polaco surge murado de um ano depois de o UOKiK ter iniciado uma investigação a leste caso. A Jerónimo Martins, que arrancou a negociação em Lisboa inalterada, segue agora em queda, desvalorizando 0,63% para 22,26 euros.

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