A SkillUp, empresa global de soluções de aprendizagem do dedo, que emprega murado de 300 pessoas, tem sede em Seattle (EUA) e presença na Índia e em Portugal, onde chegou discretamente em 2021 e inaugurou no ano pretérito um meio global de I&D, que conta atualmente com 27 profissionais, revelou ao Negócios manadeira solene da “edutech”. Para estugar a aprendizagem online e expandir o seu “hub” de I&D em Portugal, a SkillUp fechou recentemente uma ronda de investimento Série A no valor de seis milhões de euros, que foi liderada pela gestora portuguesa de fundos Explorer Investments e contou com a participação da também lusa FundBox, através do fundo Innovation, Research & Creativity (IRC). A estratégia passa pela “contratação de 50 novos talentos em perceptibilidade sintético (IA) e gestão de resultado para o meio de I&D até 2028”, adiantou a mesma manadeira solene da SkillUp, cuja plataforma de serviços é utilizada por gigantes uma vez que a IBM, a Google e a Microsoft. No ano pretérito, a SkillUp registou receitas de 15,5 milhões de dólares (13,3 milhões de euros), garantindo que apresenta uma taxa média de peroração dos cursos de 67% – “muito superior à média do setor (entre 4% a 8%), graças à sua abordagem centrada no utilizador, à personalização com IA e à mentoria humana”, sustenta. “A SkillUp está a redefinir a aprendizagem do dedo com uma abordagem ‘learner centric’ (centrada no utilizador), focada em ‘deep learning’ (obtenção profunda de competências) e na entrega de soluções de aprendizagem ‘end-to-end’”, enfatiza JPS Kohli, fundador da empresa, em enviado. “Nascente investimento vai estugar a nossa missão de fabricar experiências de aprendizagem transformadoras, onde a perceptibilidade sintético automatiza e personaliza o processo educativo, mas onde a mentoria humana, a gestão programática e a inovação em conteúdos continuam a ser pilares fundamentais”, aponta JPS Kohli. “O nosso investimento na SkillUp reflete a nossa crédito no poder transformador da IA” Já António Rocha e Silva, sócio da Explorer Investments, explica que o investimento agora realizado na SkillUp reflete a “crédito” da “private equity” portuguesa “no poder transformador da perceptibilidade sintético, neste caso, numa superfície tão sátira uma vez que a instrução”, considerando que a SkillUp “tem vindo a posicionar-se na vanguarda dessa revolução, demonstrando capacidade para integrar tecnologia de ponta em soluções de aprendizagem e apresentando um sólido ‘track record’”. “Estamos entusiasmados por concordar a SkillUp e convictos que esta ronda de investimento vai permitir estugar ainda mais o desenvolvimento, consolidando a sua posição uma vez que líder em soluções inovadoras na superfície da instrução, impulsionadas por perceptibilidade sintético”, conclui António Rocha e Silva. Para Rita Carles, gestora do fundo IRC da FundBox, a SkillUp “demonstra uma visão estratégica clara e sustentada, aliando tecnologia avançada a uma proposta pedagógica diferenciadora”, pelo que o investimento deste fundo “reflete a crédito na equipa fundadora, na escalabilidade do protótipo e no impacto que esta abordagem pode ter na qualificação de talento e na transformação do dedo da instrução a nível global”. “A SkillUp é um exemplo notável do tipo de empresa tecnológica que queremos atrair e concordar em Portugal: global, inovadora e com um possante compromisso com o desenvolvimento lugar”, defende, por seu vez, José Maria Abecasis Soares, sócio da OCEAN.capital, a entidade que assessorou a ronda de investimento, juntamente com a sociedade de advogados HAAG. “Esta ronda, com participação de capital português, confirma o papel de Portugal uma vez que um ‘hub’ de referência em I&D para soluções digitais com impacto global. Empresas uma vez que a SkillUp criam ofício qualificado, dinamizam o ecossistema empresarial e posicionam o país na vanguarda da inovação em instrução”, observa o sócio da OCEAN.capital, técnico na captação de investimento no ecossistema de inovação e tecnologia.

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