O Presidente da República, Daniel Chapo, instou a juventude moçambicana a assumir um papel fundamental na construção da independência económica do país, um parâmetro forçoso para confirmar a prosperidade vernáculo e uma prioridade inegociável do seu governo para o novo ciclo governativo. O apelo foi proferido durante a orifício da VII Conferência Vernáculo da Organização da Juventude Moçambicana (OJM), que está a percurso na Escola Mediano do partido Frelimo, localizada na Matola, província de Maputo, e que conta com a presença de mais de milénio delegados provenientes de todas as províncias do país. Daniel Chapo recordou que as gerações anteriores lutaram pela libertação do território e pela fundação de um Estado soberano, que, ao longo de cinquenta anos, defendeu com firmeza a independência e integridade territorial de Moçambique. “A nossa geração tem a missão histórica de solidificar o Estado e estabelecer as bases para a independência económica”, declarou o Superintendente do Estado. O Presidente explicou que esta novidade missão requer uma juventude muito informada, organizada e engajada, capaz de enfrentar os desafios de uma lance complexa, caracterizada por uma intensa competição política, avanços tecnológicos, redes sociais e perceptibilidade sintético. Reconhecendo a valia histórica da OJM, Chapo enfatizou que a organização deve tornar-se “potente, inclusiva, sustentável e visionária”, orientando os seus esforços para a capacitação contínua da juventude e a promoção de uma consciência patriótica activa. “A juventude moçambicana tem demonstrado um crescente nível de consciência vernáculo. Desejamos vê-la cada vez mais equipada para enfrentar os desafios do nosso tempo, com maior envolvimento nas reformas e na construção de uma sociedade próspera e inclusiva”, afirmou. O Presidente alertou, também, para a premência de uma revisão cuidadosa dos Estatutos da OJM, antes das eleições internas marcadas para esta conferência. Para Chapo, é imperativo que a organização evite cometer erros que possam fragilizá-la, uma vez que sucedeu na última revisão estatutária, aprovada no II Congresso da OJM, em Abril de 2022. “Precisamos de um Regimento que garanta a segurança dos órgãos durante todo o procuração pelos quais os seus membros foram eleitos e não um Regimento que sirva para alongar pessoas”, sublinhou. Devido a lacunas na versão anterior dos estatutos, a OJM enfrentou desafios relacionados com a falta de quórum, uma vez que muitos membros cruzaram o limite de idade de 35 anos estabelecido pelo regulamento interno. Por sua segmento, o Secretário-Universal da OJM e novo Secretário de Estado na Província do Niassa, Silva Livone, elogiou a governação de Daniel Chapo, afirmando que a juventude se identifica com a sua visão económica. “Estamos entusiasmados, pois o Presidente tem uma visão económica muito potente. Temos colaborado com ele para produzir condições que permitam um maior envolvimento da juventude no desenvolvimento do país”, declarou. Livone reafirmou a preocupação com o ressaltado índice de desemprego juvenil, um tema que estará no meio dos debates da conferência. “Porquê organização juvenil, estamos profundamente preocupados com a questão do desemprego, e esta será uma das nossas prioridades nesta conferência”, afirmou. A mediação de Daniel Chapo reiterou o seu compromisso com um protótipo de desenvolvimento centrado na juventude, fundamentado na responsabilidade cívica e no empreendedorismo jovem, reconhecendo, ainda, que a OJM enfrenta o duelo de se reinventar uma vez que um motor mobilizador da juventude num contexto social, político e poupado em permanente transformação.

[ad_2]

Post a comment

Your email address will not be published.

Related Posts