Luís Montenegro admitiu que a TAP é uma companhia com interesse e mostrou que vão subsistir muitas “empresas e grupos” atraídos para a compra. Está oferecido o tiro de partida para a privatização da TAP. “Estamos convictos de que haverá muitos interessados”, disse o primeiro-ministro em São Bento. Luís Montenegro revelou que o Governo vai colocar à venda 49,9% do capital da TAP e que 5% se destinam aos trabalhadores, porquê ditam as leis da privatização. “Temos muitos interessados ​​e esperamos que possamos ter oportunidade de valor do ponto de vista financeiro e estratégico, com as propostas que vão chegar”, adiantou Montenegro. Mas, deixou o aviso de que se as propostas que chegarem à mesa das negociações não forem para salvaguardar os interesses estratégicos, “entendemos ser relevante marchar para trás sem recta a indemnização”. Assim, o Governo assegura não ter receio de dar um passo detrás no processo, caso os interessados ​​não estejam alinhados com a visão de Portugal para a companhia. O primeiro-ministro disse ainda que a venda da companhia portuguesa tem várias nuances agregadas, nomeadamente a salvaguarda do “hub” de Lisboa, o “aproveitamento das infraestruturas aeroportuárias” atuais e futuras, referindo-se ao Aeroporto Luís de Camões e também a estratégia.

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