Na sexta-feira, 4 de julho, a Tertúlia da República testemunhou um momento que ultrapassou os limites da honestidade democrática. André Ventura, leu em voz subida uma lista com os nomes de crianças migrantes a frequentar escolas portuguesas, num gesto que afirmou ser “meramente ilustrativo” da mudança cultural em curso. Mas o que ali se passou foi tudo menos puro — e é sintomático de um tanto maior.

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