O Governo aprovou esta terça-feira, 8 de Julho, uma solução autorizando as estatais Electricidade de Moçambique (EDM) e Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) a adquirirem, cada uma, até 15% do capital social da futura Mediano Hidroeléctrica de Mphanda Nkuwa, um projecto de grande envergadura no sector energético do País, informou a escritório Lusa.
O decreto foi autenticado em reunião do Recomendação de Ministros, conforme explica o enviado final dando conta da autorização para que cada uma das empresas referidas possa subscrever até 15% das participações sociais da Mediano Hidroeléctrica de Mphanda Nkuwa (CHMN), que se encontra em tempo de implementação no meio do País.
A Electricidade de Moçambique é uma empresa pública com a missão de gerir e partilhar virilidade no País, enquanto a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) é uma sociedade anónima de recta privado, detida maioritariamente pela Companhia Eléctrica do Zambeze, com 85% do seu capital, sendo o restante dividido entre a portuguesa Redes Energéticas Nacionais (REN), com 7,5%, e o público moçambicano, com 4% de acções. Ou por outra, a HCB detém 3,5% de acções próprias.
A novidade medida surge na sequência de uma solução anterior, aprovada em Setembro de 2024, que permitiu à Electricidade de Moçambique comprar 70% da participação na Hidroeléctrica de Mphanda Nkuwa, um projecto orçado em murado de 316 milénio milhões de meticais (4,32 milénio milhões de dólares). A meão hidroeléctrica de Mphanda Nkuwa, quando concluída, terá uma capacidade de produção de 1500 MegaWatts (MW), com uma risca de transporte de subida tensão que se estenderá por 1350 a 1400 quilómetros, ligando a província de Tete, no meio do País, à capital Maputo, no sul.
O decreto foi autenticado em reunião do Recomendação de Ministros, conforme explica o enviado final dando conta da autorização para que cada uma das empresas referidas possa subscrever até 15% das participações sociais da Mediano Hidroeléctrica de Mphanda Nkuwa (CHMN)
O Governo prevê que a Mediano Hidroeléctrica de Mphanda Nkuwa comece a operar em 2031 e seja uma das principais fontes de virilidade renovável para o País, contribuindo significativamente para o aumento da capacidade eléctrica pátrio.
O Executivo estima que, entre 2024 e 2030, sejam adicionados mais 3500 MW de capacidade através da construção de novas centrais e da modernização das já existentes.
Em Dezembro de 2023, o Executivo assinou um concordância com um consórcio internacional liderado pela Electricidade de França (EDF) para a implementação do projecto. Levante consórcio inclui ainda a TotalEnergies, petrolífera francesa, e a Sumitomo Corporation, do Japão, que, em conjunto, detinham 70% da Hidroeléctrica de Mphanda Nkuwa.
Com o prolongamento do investimento e da capacidade hidroeléctrica, o País almeja consolidar-se porquê um dos maiores produtores de virilidade limpa da região, sendo o projecto de Mphanda Nkuwa um “pilar fundamental” da sua estratégia de desenvolvimento energético e parcimonioso.
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