A África do Sul está a perder 1,6 milénio milhões de dólares por ano devido à venda de cigarros ilícitos, segundo um estudo da Ipsos, empresa internacional de investigação de mercado e opinião pública. O relatório foi encomendado pela unidade sul-africana da British American Tobacco (BAT) e destaca a evasão fiscal uma vez que a principal justificação da perda.

De consonância com a pesquisa, a África do Sul tornou-se um dos maiores mercados mundiais de vendas ilícitas de tabaco. O país perde receitas significativas com impostos, numa profundidade em que enfrenta sérias dificuldades financeiras e não se pode dar ao luxo de desperdiçar esse verba.

A economia mais industrializada de África tem enfrentado dificuldades para controlar o contrabando de cigarros vindos de países vizinhos. No entanto, o estudo revela que a produção sítio ao balcão também tem desenvolvido, sobretudo depois a proibição de cigarros durante a pandemia de covid-19.

Segundo a Ipsos, quase 80% dos retalhistas sul-africanos vendem cigarros inferior do limite mínimo de imposto. Nascente número é quase três vezes superior ao registado em 2022, agravando ainda mais as perdas fiscais para o Estado sul-africano.

Johnny Moloto, director de assuntos regulamentares da BAT na região, afirmou que “a maioria destes cigarros é vendida em lojas de conveniência a preços inferiores ao imposto mínimo de 1,4 dólares por maço cobrado pelo Serviço de Impostos da África do Sul”.

“Presentemente, muro de 18% dos cigarros são vendidos a aproximadamente 10 rands (menos de um dólar) por um maço de vinte na África do Sul”, disse Johnny Moloto, acrescentando que leste preço muito subalterno ao lítico favorece o transacção ilícito.

“As vendas de cigarros ilícitos são um problema em todo o mundo, mas a África do Sul é um dos mercados mais afectados”, acrescentou o representante da BAT. O estudo da Ipsos alerta para a urgência urgente de substanciar a fiscalização e restabelecer as receitas fiscais perdidas neste sector.

Manancial: Bloomberg

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