O surto de rancor que assola o País desde Outubro do ano pretérito já causou 64 mortes e resultou em quase 4300 casos de infecção nas regiões meio e setentrião do País, segundo o mais recente balanço divulgado pela Direcção Vernáculo de Saúde Pública, do Ministério da Saúde, citado esta segunda-feira, 7 de Julho, pela Lusa.
De conciliação com o boletim solene com dados recolhidos até domingo, o totalidade aglomerado de casos desde 17 de Outubro de 2024 é de 4262. A província de Nampula, no Setentrião do País, é a mais afectada, com 3547 casos e 40 óbitos. Foi precisamente em Nampula, no província de Mogovolas, que o surto teve início.
No Meio do País, a doença mantém-se activa em vários distritos. Na província da Zambézia, os distritos de Mopeia e Eminente Molócuè somam 352 casos e 12 mortes. Em Sofala, os surtos em Muanza e Marromeu contabilizam 216 casos e cinco óbitos. Em Tete, o província de Changara regista 118 casos e seis mortes, enquanto Guro, na província de Manica, apresenta 29 casos e um óbito.
A taxa de mortalidade do surto situa-se presentemente em 1,5%, com destaque para o facto de que 48 das 64 mortes ocorreram nas comunidades, fora das unidades sanitárias, revelando limitações no aproximação atempado aos cuidados médicos.
Face à sisudez da situação, as autoridades sanitárias realizaram uma campanha de vacinação em tamanho na província de Nampula, entre 17 e 21 de Maio, tendo atingido 1,7 milhão de pessoas, com idades iguais ou superiores a um ano, em quatro distritos.
Segundo Geraldino Avalinho, responsável de saúde pública no Serviço Provincial de Saúde de Nampula, os resultados superaram as expectativas iniciais. “Estamos satisfeitos com os resultados alcançados tendo em conta as nuances e o temor que tivemos, mas entendemos que, porquê sector de saúde, é nosso obrigação”, afirmou.
O responsável adiantou ainda que a situação da rancor na província está controlada, com uma redução progressiva do número de casos nos quatro Centros de Tratamento de Ira (CTC) instalados nos distritos abrangidos pela vacinação.a d v e r t i s e m e n t
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