No segundo trimestre de 2025 a Galp viu a margem de refinação subir 10% para 6,1 dólares por barril de petróleo face aos três meses anteriores. Porém, face ao período homólogo, representa uma queda de 20%, em que foi de 7,7 dólares.
Os dados constam do “trading update” da companhia, enviado nesta segunda-feira à Percentagem do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
A produção foi de 113 milénio barris por dia BOE ({sigla} inglesa para a sentença “barrel of oil equivalent”), mais 6% na conferência com o período homólogo e 8% na evolução em enxovia.
O volume de matéria-prima processada perdeu 10% na conferência com o período homólogo para 21,1 milhões de barris e 2% face ao trimestre anterior.
A venda de produtos petrolíferos aumentou 4% face a junho de 2024 para 1,9 milhões de toneladas e acelerou 14% na evolução em enxovia.
Já as vendas de gás originário cresceram 1% face ao valor registado há um ano, mas caíram 17% face a dezembro, para 3,9 milhões TWh.
A faturação de eletricidade disparou 12% na conferência homóloga, mas cedeu 1% face ao trimestre anterior, mantendo-se nos 2 TWh.
Nas renováveis, a capacidade instalada aumentou 9% face a junho de 2024. É agora de 1,7 GW. O preço de venda desta força afundou 64% para 25 euros por MWh.
Na sessão desta segunda-feira, a Galp terminou a sessão em bolsa com uma queda de 0,47% para 15,985 euros por ação. Nas últimas semanas, a empresa beneficiou do estalar do conflito – agora terminado – entre o Irão e Israel, que fizeram escalar os preços do petróleo nos mercados internacionais. A capitalização bolsista da petrolífera é de aproximadamente 11,116 milénio milhões de euros.
O “trading update” foi publicado já depois do fecho do mercado.
Os resultados da Galp no segundo trimestre de 2025 serão publicados no dia 21 de julho. Nos primeiros três meses do ano, o lucro da petrolífera afundou para 192 milhões de euros, 41% inferior dos 325 milhões de euros alcançados no mesmo período de 2024.
Painel