“Excluindo o aumento das despesas com a resguardo, a contenção orçamental continua a ser apropriada, e estamos empenhados em implementar os nossos planos de médio prazo em conformidade com o novo quadro de governação. Prevemos uma orientação orçamental globalmente neutra na extensão do euro em 2026, o que parece adequado no atual contexto parcimonioso”, indica o Eurogrupo numa posição hoje divulgada.
Na enunciação conjunta, os ministros das Finanças do euro salientam que “o reforço das capacidades de resguardo da Europa está entre as principais prioridades” e comprometem-se a substanciar a “resguardo, segurança e prontidão em universal, mantendo simultaneamente a sustentabilidade da dívida”.
“A orientação orçamental da extensão do euro foi contracionista em 2024 e espera-se que se torne amplamente neutra em 2025, com base na previsão da Percentagem. Isto parece propício face a uma perspetiva macroeconómica mais negativa e à redução das pressões inflacionistas e está em risco com a urgência de prudência orçamental nos Estados-membros, particularmente naqueles com dívida elevada”, adianta o Eurogrupo.
No final de junho, reunidos em Bruxelas, os líderes da UE comprometeram-se a financiar adequadamente o aumento dos gastos com resguardo, coordenando tal investimento para o fazer “melhor em conjunto”, dada a novidade meta da Organização do Tratado do Atlântico Setentrião (NATO) dias antes.
Os chefes de Governo e de Estado da UE pediram também à Percentagem Europeia e à superintendente da diplomacia comunitária, Kaja Kallas, que apresentem um roteiro para entender a prontidão da resguardo generalidade da UE até 2030.
Na cimeira da NATO, os 32 aliados da Associação Atlântica assumiram o compromisso de gastarem, até 2035, 3,5% do Resultado Interno Bruto (PIB) em despesas militares tradicionais (forças armadas, equipamento e treino) e 1,5% do PIB adicionais em infraestruturas de cibersegurança, prontidão e resiliência estratégica, um acréscimo face ao atual objetivo de 2%.
Entre 2021 e 2024, a despesa dos Estados-membros da UE com resguardo aumentou mais de 30%, para 326 milénio milhões de euros, o equivalente a respeito de 1,9% do PIB comunitário.
Portugal investiu murado de 1,55% do PIB em resguardo no ano pretérito e já disse que nascente ano chegará aos 2%.
Em entrevista à Lusa divulgada na semana passada, o presidente do Juízo Europeu, António Costa, afirmou que investir em resguardo sem preservar o Estado social da União Europeia seria um “suicídio coletivo”.
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