O Instituto Pátrio de Segurança Social (INSS) mostrou-se interessado em integrar a estrutura accionista das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), agora “mergulhada” numa crise financeira.

A revelação foi feita pelo porta-voz do Governo, Inocêncio Impissa, durante a habitual conferência de prelo semanal realizada no dia 4 de Julho, em Maputo.

Impissa, que também exerce as funções de ministro da Gestão Estatal e Função Pública, sublinhou que a possibilidade está a ser considerada pelas autoridades, embora subsistam ainda diversos aspectos por esclarecer.a d v e r t i s e m e n t

“Esta possibilidade precisa de ser mais muito estudada porque, uma vez que é do conhecimento público, as três empresas que agora compõem a estrutura accionista da LAM são empresas públicas com capitais públicos, ao passo que o INSS não o é. O INSS gere capitais de natureza privada e individual, especificamente provenientes dos trabalhadores”, afirmou, citado pela Dependência de Informação de Moçambique (AIM).

O governante explicou ainda que o padrão de eventual adesão do INSS poderá seguir moldes distintos dos actuais.“Mas a porta está ocasião para o diálogo e para a negociação. Até ao momento, não está confirmado se o INSS irá ou não entrar, mas essa possibilidade mantém-se em descerrado”, acrescentou.

Está já assegurado que três empresas nacionais — Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Portos e Caminhos-de-Ferro de Moçambique (CFM) e a Empresa Moçambicana de Seguros (EMOSE) — deterão 91% do capital da LAM, estimado em 8,3 milénio milhões de meticais (130 milhões de dólares).

Com leste investimento, o Executivo prevê a obtenção de oito aeronaves e a recuperação da companhia aérea, que tem enfrentado dificuldades graves ao longo dos últimos anos, atribuídas à má gestão e a práticas de devassidão que comprometeram a sua sustentabilidade financeira.

Natividade: Integrity Magazinea d v e r t i s e m e n t

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