Os chefes de Estado e do Governo do grupo BRICS condenaram levante domingo as “sanções económicas” e a “imposição de medidas coercivas unilaterais”, numa referência às tarifas impostas pelo Presidente norte-americano, Donald Trump.


Esta pena surge da enunciação intitulada “Fortalecendo a Cooperação do Sul Global para uma Governança mais Inclusiva e Sustentável”, na sequência na primeira sessão plenária dos chefes de Estado e do Governo do grupo de economias emergentes, que estão reunidos na cidade brasileira do Rio de Janeiro.


Em transmitido conjunto, os líderes expressaram “sérias preocupações com o aumento de medidas tarifárias e não tarifárias unilaterais que distorcem o transacção e são inconsistentes com as regras da Organização Mundial do Transacção (OMC)”.


Sem mencionar os Estados Unidos, o grupo que foi inicialmente fundado pelo Brasil, Rússia, Índia e China, reiterou que as sanções económicas unilaterais têm implicações negativas de longo alcance para os direitos humanos, incluindo os direitos ao desenvolvimento, à saúde e à segurança fomentar da população em universal dos estados atingidos.


Estas restrições comerciais, sublinharam, afeta de forma “desproporcional os pobres e as pessoas em situações vulneráveis, aprofundando a exclusão do dedo e exacerbando os desafios ambientais”.


Por essa razão, na enunciação, o conjunto que representa mais de 40% da população global e mais de 35% do resultado interno bruto (PIB) mundial, apelou “à eliminação de tais medidas ilegais, que minam o recta internacional e os princípios e propósitos da Missiva das Nações Unidas. Reafirmamos que os estados-membros do BRICS não impõem nem apoiam sanções não autorizadas pelo Recomendação de Segurança da ONU”.


O grupo BRICS foi inicialmente formado pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul e, desde o ano pretérito, conta com seis novos membros efetivos: Egito, Irão, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Arábia Saudita e Indonésia.


A estes juntam-se, uma vez que membros associados, a Bielorrússia, a Bolívia, o Cazaquistão, Cuba, a Malásia, a Nigéria, a Tailândia, o Uganda, o Uzbequistão e o Vietname.


Lula da Silva recebeu hoje no Rio de Janeiro líderes dos BRICS para a cimeira anual do grupo, marcada pela carência de presidentes uma vez que o russo, Vladimir Putin e do chinês, Xi Jinping, numa cimeira que conta com entre os muro de 30 países representados e uma dezena de organizações internacionais.


Putin participa por videoconferência em seguida recusar o invitação de Lula da Silva por estar sob mandado de conquista emitido pelo Tribunal Penal Internacional por alegados crimes cometidos durante a guerra na Ucrânia, será representado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Sergey Lavrov.


Mais surpreendente é a carência de Xi Jinping da China, que tem sido um participante ordenado em cimeiras anteriores, e será substituído pelo primeiro-ministro Li Qiang.


A cimeira centrar-se-á em quatro temas principais: a reforma das organizações que regem a ordem internacional, a promoção do multilateralismo, a luta contra a miséria e a pobreza e a promoção do desenvolvimento sustentável, num conjunto que representa mais de 40% da população global e mais de 35% do resultado interno bruto (PIB) mundial.


Hoje, os chefes de Estado e de Governo dos BRICS têm agendadas duas sessões plenárias, a primeira sobre “Tranquilidade e Segurança e Reforma da Governança Global” e a segunda relativa ao Fortalecimento do Multilateralismo, Assuntos Poupado-Financeiros e Perceptibilidade Sintético”.


Nesta última, deverá ser discutida a revisão das participações acionárias no Banco Mundial, o realinhamento de quotas do FMI e o aumento da representação dos países em desenvolvimento em posições de liderança nas instituições financeiras internacionais e a preço de uma reforma no Recomendação de Segurança da ONU.


Para outrossim, e tal uma vez que tem vindo a ocorrer durante as reuniões ministeriais dos BRICS ao longo dos últimos meses, deverá ser feita uma denúncia ao aumento de medidas protecionistas unilaterais injustificadas, numa referência às medidas anunciadas pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump; assim uma vez que um apelo ao reforço da utilização de moedas locais no transacção entre os países do conjunto.

Post a comment

Your email address will not be published.

Related Posts