Num verão em que o luxo se redefine com traços de leveza e propósito, a Massimo Dutti dá um passo além e instala-se temporariamente em Saint-Tropez. Até 31 de outubro deste ano, a emblemática Rue Général Allard acolhe uma pop-up store que sintetiza o ADN da marca espanhola: sofisticação subtil, formas refinadas e uma sensibilidade mediterrânica em sintonia com o lugar.
Com 212 metros quadrados de espaço cuidadosamente pensado, a novidade boutique efémera da Massimo Dutti propõe uma experiência imersiva na elegância tranquila da Riviera Francesa. Mais do que uma extensão mercantil, é um ponto de encontro entre tendência, arte e cultura, em que cada pormenor é pensado para se fundir com o charme intemporal de Saint-Tropez.
Massimo Dutti instala-se temporariamente em Saint-Tropez até 31 de outubro de 2025.
Foto: @MassimoDutti
A coleção Primavera/Verão 2025, disponível no espaço, é um revérbero da filosofia estética que a marca tem vindo a solidar: peças que respiram naturalidade, conforto e rigor tristonho. Para varão e mulher, os materiais são escolhidos com sensibilidade tátil – linhos em tons areia, malhas arejadas que captam o luz dourado do entardecer e cortes fluidos que aliam alfaiataria contemporânea a uma descontração pensada. Cá, o verão veste-se com propósito e intemporalidade, longe de excessos ou ostentações.
A instalação para o espaço de Saint-Tropez.
Foto: @MassimoDutti
A pop-up de Saint-Tropez marca também um novo capítulo do projeto Art in Progress, a iniciativa da Massimo Dutti que procura cruzar tendência com arte contemporânea. Nesta edição, a marca colabora com ELIURPI, a dupla catalã formada por Elisabet Urpí e Nacho Umpiérrez, conhecida pela abordagem escultórica ao design e ao artesanato. Fundado em 2010, o estúdio espanhol tem vindo a romper com fronteiras entre função e sentença, criando objetos que desafiam a lógica utilitária e reivindicam a formosura porquê linguagem.
Massimo Dutti instala-se temporariamente em Saint-Tropez até 31 de outubro de 2025.
Foto: @MassimoDutti
A instalação para o espaço de Saint-Tropez inscreve-se nesta risco de pensamento: são obras que não competem com a roupa, mas que a enquadram em cenários silenciosos onde a tendência pode respirar e dialogar com outras formas de originalidade.
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