As negociações para o sexto ciclo de financiamento dos EEA Grants garantiram a Portugal uma subida do financiamento para 126 milhões de euros, mais 22% que no ciclo que está agora a terminar.  


No último mecanismo, a dotação foi de 102,7 milhões de euros e foram apoiados 530 projetos. 


Oriente novo ciclo “vai permitir manter o foco nas áreas prioritárias para Portugal”, que são Prolongamento Azul, Envolvente, Cultura e Combate à Violência Doméstica e de Género, incluindo esta última, projetos ligados à Justiça, disse ao Negócios Maria Mineiro, coordenadora dos EEA Grants em Portugal. Isso aconteceu “dada a relevância bilateral dos temas e os bons resultados que foram atingidos no mecanismo anterior”. 


Uma das novidades é que vão viver duas áreas transversais a todos os programas – paridade de género e digitalização. Serão ainda alocados 10% da dotação totalidade a um fundo para pedestal à sociedade social. E está contemplada uma dotação para pedestal a iniciativas bilaterais que estreitem as relações económicas, sociais e culturais entre os países envolvidos.  


Há 30 anos que Portugal recebe quantia oriundo da Noruega, Islândia e Liechtenstein através dos EEA Grants. Oriente mecanismo nasceu do concordância do Espaço Parcimonioso Europeu, assinado no Porto, em 1992, e que entrou em vigor em 1994, que permitiu à Noruega, Islândia e Liechtenstein tornarem-se parceiros dos Estados-Membros da União Europeia (UE) no mercado interno. Os três países passaram a estribar financeiramente alguns os Estados-Membros da UE, entre os quais Portugal. 


Entre os projetos mais emblemáticos dos ciclos anteriores estão a construção da traço da Parque do Metropolitano de Lisboa e da Medial Geotérmica do Pico Cima, na ilhéu Terceira; o restauro de edifícios históricos na paisagem de Sintra e a obtenção do navio Mário Ruivo (um navio de investigação do Instituto Português do Mar e da Atmosfera). Mas também foram apoiados projetos tão distintos porquê restauro de filmes, investigação científica ou formação de mulheres para serem líderes. 


“As áreas da Paridade de Género e da Digitalização serão transversais a todos os programas. Serão ainda alocados 10% da dotação totalidade a um fundo para pedestal à sociedade social. Está contemplada uma dotação para pedestal a iniciativas bilaterais que estreitem as relações económicas, sociais e culturais entre os países envolvidos”. Do totalidade desta alocação financeira, murado de 6 milhões de euros “deverão ser para projetos relativos a desafios em Portugal que resultem da invasão da Ucrânia.”  


Em termos operacionais, a Unidade Vernáculo de Gestão, que se encontra sob a tutela do Ministério da Economia e Coesão Territorial, irá manter-se responsável pela gestão do Mecanismo Financeiro. A Sucursal para o Desenvolvimento e Coesão, I.P., (AD&C) atua porquê entidade certificadora e a Inspeção Universal de Finanças, (IGF) porquê auditora.  


O Programa do Prolongamento Azul ficará novamente a missão da Direção-Universal de Política do Mar (DGPM); o Programa Envolvente com a Sucursal Portuguesa para o Clima; o Programa de Combate à Violência Doméstica e de Género com a Percentagem para a Paridade de Género (CIG); o Programa da Cultura com o Património Cultural, I.P.. A entidade não-governamental que operará o Fundo para a Sociedade Social será ainda selecionada através de concurso. 


A assinatura do Memorando de Entendimento será na terça feira, no Campus XXI, em Lisboa, e contará com a presença do Secretário de Estado do Planeamento e Desenvolvimento Regional, Hélder Reis, e da da Secretária de Estado Adjunta e da Juventude e da Paridade, Carla Rodrigues, enquanto os países financiadores serão representados pela Embaixadora da Noruega em Lisboa, Hanne Brusletto, e pela Embaixadora da Islândia em Paris, Unnur Ramette. 


As candidaturas aos programas só deverão estrear em meados do próximo ano.  

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