Os preços do ouro preto estão a tombar em torno de 8% no reunido do ano, à conta da menor procura por países uma vez que a China, numa fundura em que a oferta é abundoso. A juntar-se ao cenário está o aumento dos inventários norte-americanos de crude e os menores receios de escalada das tensões geopolíticas no Médio Oriente. Perante isto, seria de pensar que os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados (OPEP+) quisessem tentar moderar esta sangria, retirando matéria-prima do mercado. Mas é precisamente o contrário: o monopólio e os seus parceiros têm estado a perfurar as torneiras – e não vão parar por cá.
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