A Zâmbia adquiriu uma participação de 26% na refinaria do Lobito, presentemente em construção na província angolana de Benguela. O objectivo é prometer o aproximação a combustíveis a preços mais acessíveis e estáveis para o mercado zambiano.

A refinaria do Lobito deverá tornar-se uma das maiores de África, com uma capacidade de processamento prevista de 200 milénio barris de petróleo por dia. A infra-estrutura foi concebida para abastecer tanto os mercados internos uma vez que os países vizinhos, através da exportação de produtos refinados.

Com esta compra, a Zâmbia passa a ser accionista ao lado da Sonangol, a petrolífera estatal angolana, que detém 30% das acções. As restantes participações estão distribuídas entre investidores regionais e privados.

O concordância entre os dois países inclui o compromisso de Angola fornecer produtos petrolíferos refinados à Zâmbia. Esta medida visa prometer um fornecimento energético mais próximo, eficiente e seguro, reduzindo a subordinação zambiana de fontes distantes e mais dispendiosas.

Para substanciar esta cooperação, estão em curso planos para a construção de um oleoduto que ligará directamente Angola à Zâmbia. Esta infra-estrutura permitirá o transporte contínuo e directo de combustíveis refinados entre os dois países, facilitando a logística e reduzindo custos.

“Trata-se de uma medida estratégica para pôr termo à nossa subordinação histórica de fontes de combustível distantes e dispendiosas”, afirmou o Presidente da Zâmbia, Hakainde Hichilema.

Com oriente investimento, a Zâmbia dá um passo importante rumo à segurança energética e à estabilização dos preços dos combustíveis, promovendo também uma maior integração económica com Angola e com a região.

Natividade: Líder Magazine

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