A gestora falava no segundo e último dia do 34.º congresso da APDC que decorreu na Culturgest, em Lisboa, com o mote ‘Business & Science Working Together’ (Negócio & Ciência a Trabalhar Juntos).
 
“O que temos de discutir é se somos um setor médio na implementação da economia do dedo, mas também para outras indústrias”, apontou a CEO da MEO, recordando que durante o apagão o tema mais referido foi o nível das comunicações nesse dia.
“Somos um setor médio e incontornável, só que têm de ser criadas condições adequadas para o investimento”, defendeu a responsável.
“É obvio que somos empresas e temos de ter retorno mínimo associado”, mas “continuamos as discussões ao nível do preço e não ao nível da qualidade”, lamentou.
Para a responsável, as questões que devem ser colocadas é que “política industrial” se quer ter para o país e se levante quer “estar na vanguarda porquê sempre” esteve. É que “estamos a debutar a estar na retaguarda”, advertiu.
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