O Governo angolano defendeu, esta terça‑feira, 1 de Julho, a urgência de agir com “ maior desejo” para captar uma fatia mais significativa da ajuda internacional destinada a África. Presentemente, o país recebe unicamente 1 % desse financiamento, apesar de as agências multilaterais representarem mais de 85 % dos fundos canalizados para Angola.
A enunciação foi proferida por Elmer Serrão, PCA da Dependência Angolana de Regulação e Supervisão de Seguros (ARSEG), que discursou em representação da ministra das Finanças numa conferência sobre “As Multilaterais e o Financiamento ao Desenvolvimento”. Serrão sublinhou que oriente desequilíbrio obriga a uma reflexão profunda sobre a forma uma vez que Angola se posiciona junto dos parceiros internacionais.
Para captar mais recursos, é forçoso substanciar a capacidade de negociação e de sucção de fundos. Segundo o PCA da ARSEG, é também importante louvar a qualidade dos projectos apresentados, prometer maior previsibilidade na sua realização e alinhar o financiamento extrínseco com as prioridades nacionais.a d v e r t i s e m e n t
A notícia eficiente dos resultados alcançados e do impacto dos investimentos foi apontada uma vez que outro pilar fundamental. Serrão afirmou que o processo exige “maior desejo interna”, aliada a um planeamento estratégico rigoroso, realização disciplinada e prestação de contas transparente.
O responsável enfatizou ainda que oriente é um esforço conjunto. Para além das instituições públicas, o sector privado deve assumir um papel mais activo, enquanto os parceiros internacionais precisam de entender melhor as realidades e aspirações de Angola.
Por término, o líder da ARSEG lembrou que o contributo das agências multilaterais vai além do financiamento: inclui assistência técnica, a partilha de melhores práticas e a promoção da boa governação. A colaboração com o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional e o Banco Africano de Desenvolvimento tem sido determinante para impulsionar as reformas e investimentos em sectores cruciais para o desenvolvimento de Angola.
Nascente: Lusa
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