O volume de empréstimos e adiantamentos do Banco de Moçambique (BdM) ao Estado registou um desenvolvimento de 52% ao longo de 2024, tendo ultrapassado tapume de 1,4 milénio milhões de dólares (101,3 milénio milhões de meticais), de negócio com as demonstrações financeiras da instituição.

Oriente montante compara com os 940 milhões de dólares (66,4 milénio milhões de meticais) registados no final de 2023, evidenciando um recurso crescente ao financiamento interno por segmento do Estado, num contexto de pressões sobre as contas públicas e persistência do risco soberano.

Segundo o relatório, 182 milhões de dólares (12,8 milénio milhões de meticais) foram concedidos no último trimestre de 2024, a uma taxa de renda anual de 3%. Nos termos da legislação que rege o banco médio, o BdM está autorizado a conceder crédito ao Estado, em moeda vernáculo, até ao limite de 10% das receitas ordinárias arrecadadas no penúltimo treino, devendo o montante ser liquidado até ao fechamento do ano poupado. Em caso de incumprimento, o saldo passa a vencer juros à taxa de redesconto em vigor.a d v e r t i s e m e n t

Apesar do reforço da traço de crédito, o risco soberano de Moçambique manteve-se em nível severo em 2024, conforme assinala o mais recente Relatório de Firmeza Financeira da instituição. Esta classificação resulta da manutenção de rácios elevados de dívida pública em relação ao Resultado Interno Bruto (PIB) e do peso crescente do crédito ao Governo no totalidade do crédito outorgado pelo sistema financeiro.

O documento refere que a dívida pública totalidade ascendeu a mais de 16,3 milénio milhões de dólares (1,03 biliões de meticais) no fecho de 2024, superando os 15,2 milénio milhões de dólares (961,4 milénio milhões de meticais) registados no ano anterior.

A ministra das Finanças, Carla Loveira, reconheceu, a 16 de Junho, que o País enfrenta um contexto poupado “particularmente desafiante”, marcado por choques internos e externos, incluindo os efeitos do terrorismo em Cabo Magro, eventos climáticos extremos e protestos violentos pós-eleitorais, que resultaram na ruína de infra-estruturas e desaceleração da diligência económica.

Segundo a governante, a economia moçambicana cresceu exclusivamente 1,9% em 2024, inferior dos 5,5% projectados no Projecto Parcimonioso e Social e Orçamento do Estado (PESOE). No primeiro trimestre de 2025, o Resultado Interno Bruto recuou 3,9% em conferência homóloga, simulado por quebras significativas no sector secundário (‑16,2%) e terciário (‑8%).

Face a levante cenário, Carla Loveira sublinhou que o PESOE 2025 aposta na consolidação fiscal porquê eixo médio da estratégia económica, destacando medidas para aumentar a eficiência da arrecadação de receitas, sustar o desenvolvimento da volume salarial e gerar margens para investimento produtivo.

Nascente: Lusaa d v e r t i s e m e n t

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