“A partir de hoje, 01 de julho de 2025, Cabo Virente passa a ser classificado porquê país de rendimento médio-alto, de pacto com os critérios estabelecidos pelo Grupo Banco Mundial (GBM)”, referiu a instituição.
A reclassificação “reflete um aumento de 16,8% do Rendimento Vernáculo Bruto (RNB) per capita entre 2023 e 2024, traduzindo a evolução económica do país”, nomeadamente, “um prolongamento real de 7,3% registado em 2024”, impulsionado sobretudo pelo turismo.
Contribuíram também para os cálculos uma menor inflação interna e uma revisão em baixa da população vernáculo, “com uma subtracção de 12,8%, segundo dados das Nações Unidas”, o que teve “impacto direto no conta do RNB per capita”.
O Banco Mundial enquadra as economias mundiais em quatro grupos de rendimento, grave, médio-baixo, médio-alto e superior rendimento e as classificações são atualizadas, anualmente, a 01 de julho, baseando-se no RNB per capita do ano anterior.
Esta classificação não implica, por si só, mudanças na elegibilidade para entrada a recursos do grupo, acrescentou.
“Cabo Virente continuará a ter entrada a financiamento concessional, nomeadamente através da Associação Internacional de Desenvolvimento (IDA)”, referiu o primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, numa publicação na Internet, considerando a classificação porquê uma “conquista” que “é fruto do trabalho difícil” do povo.
“Reconhecendo os desafios que persistem, Cabo Virente irá trabalhar com o Grupo Banco Mundial na definição de um projecto de transição, no contexto da novidade Estratégia de Parceria com o País”, concluiu.
Leia Também: Tolerância de ponto em Cabo Virente na véspera dos 50 anos da independência
Painel