| PIB do 1º trimestre dos EUA revisto em baixa


A contração do PIB anualizado dos EUA no 1º trimestre de 2025 foi revista em baixa de 0.2% para 0.5% no 1º trimestre de 2025, numa revisão que refletiu um abrandecimento acentuado das despesas de consumo, que cresceram somente 0.5% no trimestre, face aos 1.2% anteriormente estimados. O desenvolvimento da procura também foi revisto em baixa de 2.5% para 1.9%. No 4º trimestre de 2024, o desenvolvimento anualizado do PIB foi de 2.4%. O desenvolvimento das importações, com as empresas a antecipar as encomendas antes da ingressão em vigor das tarifas do Presidente Donald Trump, foi responsável pela maior segmento da queda do PIB. Desde logo, o fluxo de importações diminuiu, posicionando o PIB para uma potente recuperação no 2º trimestre. A FED de Atlanta prevê agora que o PIB cresça 3.4% neste trimestre.


O Eur/Usd registou uma semana de valorização significativa, beneficiando do prostração do dólar mediante perspetivas de uma substituição antecipada de Jerome Powell porquê presidente da FED e de dados desapontantes da economia dos EUA. Deste modo, o Eur/Usd ressaltou do novo suporte dos $1.1450 e ganhou terreno ao longo das várias sessões da semana até na sexta-feira renovar máximos de setembro de 2021 supra dos $1.1750. O indicador MACD voltou a perfurar o seu sinal de compra e a média traste a 200 dias subiu para perto de $1.0850.


| China irá fazer transição para economia orientada para o consumo


O primeiro-ministro da China, Li Qiang, afirmou estar esperançoso de que o país poderá manter uma taxa de desenvolvimento “relativamente rápida”, à medida que realiza uma transição de um protótipo liderado pela indústria transformadora para um orientado para o consumidor. Qiang acrescentou que a economia chinesa registou uma melhoria permanente no 2º trimestre e que, independentemente da evolução do envolvente internacional, a China tem mantido um potente ímpeto para o desenvolvimento. Pequim estabeleceu um objetivo ávido de desenvolvimento para 2025 de “tapume de 5%”, embora o mercado preveja que a China possa vir a ter dificuldades em entender essa taxa de desenvolvimento nos próximos anos.


Desde meados de abril que o Usd/Cny tem registado uma tendência progénito e a última semana não foi exceção. Deste modo, o par registou mais uma semana de perdas que o levou a renovar, por momentos, mínimos de novembro de 2024 nos 7.1570 yuans. Posteriormente, o Usd/Cny retornou para meados dos 7.17 yuans. O indicador MACD encurtou o sinal de compra que apresentava e a média traste a 200 dias subiu para 7.2254 yuans.


| Petróleo com queda acentuada


O petróleo iniciou a última semana com um declínio significativo, com o Brent, na segunda-feira, a registar a maior perda diária desde agosto de 2022, devido ao ataque do Irão a uma base militar dos EUA no Qatar. Mais tarde, o cessar-fogo entre o Irão e Israel contribuiu para a estabilização do preço do petróleo registada nos dias seguintes.


O petróleo abriu a última semana com uma queda acentuada, desde máximos de janeiro de 2025 nos $78.40/barril até aos $64/barril, nível onde encontrou suporte. Nas sessões seguintes, a matéria-prima estabilizou, em torno dos $65/barril.


| Ouro em mínimos de quase 1 mês


O ouro teve uma semana de perdas, com o cessar-fogo no Médio Oriente e o concordância mercantil entre os EUA e a China, na sexta-feira, a diminuir a incerteza do mercado e a tarar sobre a procura por ativos de refúgio.


O ouro registou uma semana negativa, recuando desde meados dos $3360/onça até, na sexta-feira, registar um declínio significativo e renovar mínimos de quase 1 mês perto dos $3250/onça. O metal valioso tem o próximo suporte no nível dos $3175/onça.


As análises técnicas cá publicadas não pretendem, em caso qualquer, constituir aconselhamento ou uma recomendação de compra e venda de instrumentos financeiros, pelo que os analistas e o Jornal de Negócios não podem ser responsáveis por eventuais perdas ou danos que possam resultar do uso dessas informações. Caso pretenda ver esclarecida alguma incerteza acerca da Estudo Técnica, por obséquio contactar a IMF ou o Jornal de Negócios.

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