O presidente da percentagem de gestão da transportadora estatal Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), Dane Kondic, foi nomeado presidente do recomendação de governo da companhia aérea vernáculo do Botsuana, anunciou a Air Botsuana, citada pela escritório Lusa.
Num enviado divulgado recentemente, a transportadora botsuanesa apresentou os novos membros do seu recomendação de governo, agora liderado por Dane Kondic, enquanto presidente do órgão.
“A Air Botsuana dá as boas-vindas ao seu novo recomendação de governo. A sua nomeação marca um novo capítulo na trajectória da companhia aérea, que continua a sua jornada de serviço, resiliência e orgulho vernáculo”, lê-se na nota da companhia.
Dane Kondic, de 60 anos, possui dupla nacionalidade (sérvia e australiana) e acumula experiência em várias companhias aéreas internacionais. Entre os cargos anteriormente ocupados, destaca-se o de presidente do recomendação de governo da transportadora portuguesa euroAtlantic.
Em Moçambique, o Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGEPE) anunciou, a 13 de Maio, a substituição da governo da LAM, nomeando uma percentagem de gestão liderada por Dane Kondic. Esta decisão foi tomada no decurso de uma assembleia-geral extraordinária da companhia aérea estatal, no contexto do “processo de revitalização” da mesma.
Com efeitos imediatos, cessaram logo funções Marcelino Gildo Alberto, presidente do recomendação de governo da LAM, muito uma vez que os administradores Altino Xavier Mavile e Bruno Miranda.
A transportadora botsuanesa apresentou os novos membros do seu recomendação de governo, agora liderado por Dane Kondic, enquanto presidente do órgão
Simultaneamente, foi aprovada a constituição de um novo recomendação de governo não executivo, formado por representantes de três empresas públicas que, desde o início deste ano, passaram a ser accionistas da LAM: a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), os Portos e Caminhos-de-Ferro de Moçambique (CFM) e a Empresa Moçambicana de Seguros (Emose).
A consultora Knighthood Global, sediada em Abu Dhabi, foi contratada em Maio para concordar o processo de reforma da companhia aérea vernáculo. De contrato com a própria consultora, tem um período de três meses para “estabilizar e reposicionar” a LAM, posteriormente ter sido mandatada pelo Governo de Moçambique para ajudar a revitalizar a companhia e o sector da aviação social no País.
Também a LAM confirmou, em enviado emitido em Maio, a contratação da Knighthood Global, esclarecendo que esta terá a responsabilidade de assessorar na reforma da base financeira da empresa, muito uma vez que prestar pedestal estratégico na avaliação, selecção e compra de aeronaves que melhor respondam às necessidades operacionais.
As Linhas Aéreas de Moçambique enfrentam há vários anos dificuldades operacionais, nomeadamente devido a uma frota reduzida e à escassez de investimentos, com registo de alguns incidentes — não fatais — atribuídos por especialistas a deficiências na manutenção dos aparelhos.
Painel