Os documentos oficiais escritos
continuam a ter uma enorme relevância para o estudo da história contemporânea,
apesar de os investigadores contarem também, nalguns casos, com os testemunhos orais
e registos audiovisuais. Por isso, cada vez que surge o proclamação de que um
registro vai ser desclassificado, a comunidade científica rejubila. O Vaticano
abriu uma segmento do seu registro secreto, Trump divulgou milhares de ficheiros do
assassínio de JFK e, em Portugal, surge agora a notícia de que os Serviços de
Informações estão a estimar a desclassificação de documentos do seu espólio
entre 1985 e 1990. A decisão pode dar um novo impulso ao conhecimento da
história recente do país, tal uma vez que aconteceu com os arquivos do Estado Novo, há
30 anos.
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