“Não é por falta de diagnósticos que o mercado de capitais não se desenvolve mais. O principal é passar à período de concretização das ações”. Foi esta a mensagem do presidente da Percentagem do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), Luís Laginha de Sousa, na buraco da sessão de apresentação de um estudo de diagnóstico aos mercados de capitais, que conclui que, apesar de estes terem “uma relação positiva e robusta com o prolongamento poupado”, esse impacto tem vindo a reduzir-se.
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