Responsável por quase 10% do fornecimento global de eletricidade, o uso da vontade contida nos núcleos dos átomos ainda é, hoje em dia, um tema tabu em muitos países, a inaugurar por Portugal. O país não integra a lista de países produtores de vontade nuclear, mas acaba por consumi-la indiretamente, por via da importação de eletricidade da vizinha Espanha que, por seu lado, também compra vontade a França, onde 65% de toda a eletricidade produzida é atómica, de contrato com a Sucursal Internacional de Robustez (AIE).

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