O primeiro-ministro, Luís Montenegro, fez esta quinta-feira um balanço do primeiro dia do Recomendação Europeu, que decorre até amanhã, em Bruxelas, na Bélgica.
Em conferência de prelo, o gerente de Governo destacou que “o ponto principal” da reunião “andou muito à volta daquilo que é, agora, a secção que compete à União Europeia na superfície da segurança e resguardo.”
“Tivemos também interação muito produtiva com a Percentagem [Europeia] com vista a riscar o processo tendente a asseverar procedimentos mais ágeis e financiamento para reforço do investimento em Resguardo”, relatou.
Quanto a leste tema, Montenegro apontou que está em cima da mesa a possibilidade de cada Estado ter a sua estratégia de reforço, mas sublinhou a valia de trabalhar em (e com o) conjunto europeu: “Há premência de termos estratégia partilhada. Mecanismos de solidariedade e complementaridade. Pressupõe um diálogo cada vez mais estreito a nível europeu.”
Confrontando também sobre o financiamento dos futuros esforços de Resguardo e da possibilidade de serem reprogramadas verbas ainda não executadas do PRR para a Resguardo, Montenegro disse: “Neste momento, temos ingénuo com a Percentagem um diálogo com vista a aproveitar os mecanismo de financiamento que já foram colocados diretamente para esta aérea […]. Neste momento, temos abertas todas as possibilidades de financiamento. Do ponto de vista do PRR, não é nossa intenção estar a reprogramá-lo com vista a dotar a superfície da Resguardo de maneira dissemelhante daquilo que está hoje em realização […]. Para leste programa de reforço do investimento, o instrumento de financiamento que queremos utilizar não é o PRR.”
Posto isto, Montenegro explicou que Portugal vai preferir “desde logo” a utilização de empréstimos que estão a ser negociados com a Percentagem, e também outras fontes que venham a ser decididas.
O primeiro-ministro rejeitou que seria com recurso a estes empréstimos que Portugal iria atingir os 2% em resguardo, dizendo que em 2025 “será mesmo à custa do nosso Orçamento e, portanto, da nossa capacidade de gerir as nossas Finanças Públicas.”
Segurança e resguardo ‘dominou’, mas de que se falou mais?
Montenegro destacou ainda a conversa com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, sublinhando o pedestal de Portugal “na procura de processos em que se obtenha tranquilidade duradoura.
Montenegro foi também questionado sobre o Médio Oriente, considerando que em relação ao Irão era prioritário que a via diplomática fosse recuperada, com vista a um cessar-fogo “sustentável.”
Falando do investimento em indústrias, Montenegro considerou que era preciso que houvesse eixos coerentes: “Por exemplo, temos de diminuir custos da força: para substanciar competitividade das nossas empresas e também para que neste aérea da segurança e resguardo, investimentos possam ser competitivos nos mercados.”
Montenegro considerou que era praticamente unânime que é preciso que a Europa diversifique parceiros comerciais, assim uma vez que aplique maior rapidez na realização de acordos comerciais: “Temos de ser consequentes com o que procuramos.”
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