Com a divulgação das contas nacionais trimestrais por setor institucional pelo INE será conhecida a evolução do saldo das contas publicas até março, numa fundura em que o ministro das Finanças continua esperançado na estimativa de um excedente de 0,3% do PIB para o conjunto do ano.
Numa mediação na discussão do Programa do Governo, no parlamento, Joaquim Miranda Sarmento recordou que o Governo da AD “superou as expetativas” no ano pretérito, ao saber um excedente de 0,7%, “mais do triplo que o governo anterior tinha previsto”.
Para 2025, o Governo mantém o “compromisso de estabilidade orçamental” e projeta um ‘superavit’ de 0,3% do PIB, mesmo numa fundura em que já há instituições que acompanham as contas públicas portuguesas que projetam um volta aos défices orçamentais oriente ano ou no próximo.
Na ótica da contabilidade pública (que tem em conta as entradas e saídas de verba), o Estado registou um excedente de 1.592,3 milhões de euros até março, segundo os dados da realização orçamental divulgados pela Direção-Universal do Orçamento (DGO).
O saldo perfeito pelo INE difere do da DGO, já que é em contabilidade vernáculo (a que releva para as instituições europeias), o que significa que é calculado tendo em conta uma lógica de compromisso de receitas e de despesas.
Entre os indicadores que serão hoje conhecidos está também a taxa de poupança das famílias.
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