De convénio com o SJ, a uma semana de ter de remunerar os salários de junho, a governo ainda não transferiu 75% dos vencimentos de maio, para além de ter em dívida subsídios de repasto e de férias.
 
O SJ afirmou ainda que a TiN tem exigido um esforço injusto às redações, que há um ano e meio tentam manter vivas várias revistas, apesar da “sangria contínua de profissionais e da instabilidade financeira a que tem sido votado quem fica”, no decurso de um longo processo de insolvência.
Para além da Caras, a Trust in News tem 16 títulos incluindo a Visão, a Activa e a Examinação.
As redações em greve exigem um projecto realista para a sustentabilidade da TiN, e a injeção de capital pelo sócio único Luís Ténue para a estabilização das contas.
No plenário de 30 de maio, quando decidiram progredir para esta greve, os trabalhadores “tinham manifestado já a sua indignação por unicamente terem recebido 80% do salário de abril, em três prestações, encontrando-se os restantes 20% por remunerar, assim porquê o salário de maio, o respetivo subvenção de repasto e alguns subsídios de férias”.
Fundada em 2017, a Trust in News é detentora de 16 órgãos de informação social, em papel e plataformas digitais.
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