Em junho de 2024, a Biovance Capital, o maior investidor na extensão da saúde em Portugal, lançava um novo fundo de capital de risco: o Biovance Capital Fund I. Na profundeza, o fundo arrancava com 51 milhões de euros para investir em rondas “seed” e Série A, com montantes entre 1,5 e 6 milhões de euros. O objetivo passa por estribar o desenvolvimento de novos medicamentos em áreas terapêuticas prioritárias, porquê a oncologia, imunologia e neurologia.


Desde logo, o fundo tem vindo a captar capital suplementar junto de investidores da Europa, Ásia e Estados Unidos. Apesar de manter o foco em empresas europeias com projetos inovadores na extensão da biotecnologia, o Biovance dedica peculiar atenção ao ecossistema português e ao sul da Europa.


Esta quarta-feira, 25 de junho, a Biovance Capital anunciou a ingresso da Bial no grupo de investidores. A farmacêutica portuguesa, especializada em investigação, desenvolvimento e comercialização de medicamentos, junta-se assim a uma carteira que passa agora a totalizar 57 milhões de euros, ficando a somente três milhões do objetivo supremo de 60 milhões.


“É com grande satisfação que temos a Bial porquê um dos nossos investidores. O nosso processo de investimento continuará totalmente independente, mas esta parceria proporciona-nos uma valiosa proximidade com a indústria. Aliás, representa uma validação significativa da nossa estratégia por secção do setor farmacêutico”, afirma Ricardo Perdigão Henriques, “managing partner” da Biovance Capital.


O responsável destaca ainda que a ingresso da Bial poderá produzir “um ciclo virtuoso” e impulsionar o desenvolvimento de novas terapias. Uma visão partilhada por António Portela, CEO da Bial, que considera que leste tipo de parcerias “reforça o sistema biotecnológico europeu, fornecendo tanto capital porquê conhecimento especializado para estugar o desenvolvimento de medicamentos inovadores”.


Segundo o CEO, a colaboração permite também à farmacêutica vernáculo lucrar “visibilidade valiosa sobre novas modalidades terapêuticas e plataformas inovadoras”, em risca com o seu foco estratégico nas neurociências e doenças raras. A Bial investe, em média, mais de 20% da sua faturação anual em I&D nesta extensão e é responsável pelo desenvolvimento de dois medicamentos de referência para a epilepsia e a doença de Parkinson, comercializados internacionalmente.


Além da Bial, o fundo da Biovance Capital conta ainda com investidores institucionais de peso, porquê o Fundo Europeu de Investimento, o Banco Português de Fomento e a Percentagem Europeia, através dos programas Portugal Tech e InvestEU. Entre os restantes parceiros destacam-se a Caixa Capital (do grupo Caixa Universal de Depósitos), a Ageas Pensões e o Fundo de Pensões da EDP, muito porquê vários investidores privados.

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