Portugal vai atingir os 2% do resultado interno bruto (PIB) em investimento na resguardo leste ano, reiterou esta quarta-feira o primeiro-ministro, Luís Montenegro, à chegada à cimeira da NATO, em Haia.
O líder do Executivo referiu ainda que o país aponta para “um investimento nos próximos 10 anos para atingir os 3,5%”.
“Existe uma novidade cobiça no contexto de segurança e resguardo, para termos confederação atlântica com maior capacidade de dissuasão e continuarmos a ser uma região soberana, e para isso teremos de investir mais em resguardo e atingir os 2%. Olhamos para esta lanço uma vez que um investimento na economia e faremos esse investimento com estabilidade”, acrescentou.
Montenegro disse ainda que na “confederação atlântica ficará muito simples base a Ucrânia para uma silêncio duradora na Europa”.
“Portugal está prestes para ser segmento de uma cimeira que marca uma novidade período, que garante a unidade da Coligação Atlântica, que garante a solidariedade entre Europa, os Estados Unidos, o Canadá”, disse Luís Montenegro em declarações aos jornalistas portugueses.
“[A aposta na área da Defesa] garante que nós, em conjunto, poderemos continuar a certificar aos nossos cidadãos que os seus direitos, liberdades e garantias estão salvaguardados, que podemos ter as nossas democracias a funcionar e que podemos ter uma capacidade coletiva de enfrentarmos as ameaças que pairam sobre nós a vários níveis, não só do ponto de vista territorial, mas também do ponto de vista tecnológico”, elencou o encarregado de Governo, sublinhando a urgência de “solidariedade” entre os aliados.
“Todos teremos de fazer um esforço”, adiantou Luís Montenegro.
Os chefes de Estado e de Governo dos 32 países que compõem a NATO encontram-se hoje em Haia para firmar um contrato de investimento para a próxima dez, em princípio, que deverá fixar a meta de destinar 5% do PIB à resguardo (3,5% de investimento direto e 1,5% em projetos civis que também podem ter uma utilização militar).
Os Estados-membros da Coligação Atlântica avançam nesta reunião para um novo objetivo de investir pelo menos 5% do Resultado Interno Bruto (PIB) na extensão da resguardo, repartindo 3,5% para investimento direto e 1,5% para projetos de dupla utilização.
Painel