A República de Angola tornou-se, nesta terça-feira (24), accionista soberano da Corporação Financeira Africana (AFC), uma plataforma financeira continental para investimentos em infra-estruturas e a principal promotora do projecto do Galeria do Lobito, anunciou a instituição.

De convénio com a Lusa, Angola, que já era membro da AFC desde 2022, “aprofundou a sua parceria estratégica com a instituição através de um compromisso histórico de investimento de capital no valor de 184,8 milhões de dólares”, lê-se num transmitido da instituição.

“Oriente investimento estratégico reforça ainda mais a parceria de Angola com a AFC e sublinha a crédito do país na missão da corporação de estugar o desenvolvimento sustentável e a integração regional através de infra-estruturas transformadoras”, refere.a d v e r t i s e m e n t

Angola junta-se, assim, a Cabo Virente, porquê o segundo país lusófono que é accionista desta entidade destinada a financiar investimentos em infra-estruturas no continente.

A ingressão da país porquê accionista soberano “baseia-se em quase milénio milhões de dólares em investimentos da AFC em sectores prioritários de Angola — vontade, caminhos-de-ferro, logística e minerais críticos —, essenciais para a estratégia de industrialização e diversificação económica do país”. A medida “reflecte a crédito de Angola na solidez institucional da corporação e a sua desejo de ajudar a moldar a agenda de desenvolvimento de África a partir de dentro.”

No início deste ano, o Fundo Soberano de Angola fez também um investimento de capital de 25 milhões de dólares na AFC, reflectindo “uma estratégia vernáculo coesa para promover a agenda de desenvolvimento industrial e de infra-estruturas do país através de uma estreita colaboração com a corporação.”

Por sua vez, o presidente e director-executivo da AFC, Samaila Zubairu, afirmou, no documento, que “o investimento de Angola na corporação é uma asseveração poderosa do alinhamento soberano com a nossa missão de promover a transformação de África através de infra-estruturas que permitam a industrialização.”

O responsável da AFC considera que isso “traduz um compromisso geral de estruturar soluções pragmáticas que combinem disciplina mercantil com objectivos de desenvolvimento. Oriente investimento não só reforça a nossa capacidade de mobilizar capital em grande graduação, mas também aprofunda a nossa legitimidade porquê plataforma institucional africana, construída por e para os africanos, e marca um passo decisivo na nossa desejo de ampliar a representação dos accionistas em todo o continente.”

A AFC e  Angola têm uma poderoso história de colaboração ao longo dos anos, exemplificada por iniciativas porquê o projecto do Galeria do Lobito, no qual a instituição actua porquê principal promotora, ao lado de outros parceiros.”Esta rede de transporte multinacional transformadora, que liga Angola, Zâmbia e a República Democrática do Congo, tem o potencial de furar novas oportunidades industriais e de calabouço de valor em sectores-chave, incluindo mineração, cultura, vontade e turismo”, realça a instituição financeira.

A Corporação Financeira Africana foi criada em 2007 para fomentar investimentos em infra-estruturas e indústria no continente africano, juntando conhecimentos especializados do sector com um foco em consultoria financeira e técnica, estruturação e desenvolvimento de projectos e capital de risco, para responder às necessidades de desenvolvimento de infra-estruturas e impulsionar o incremento poupado sustentável em África.

A instituição tem 45 países-membros e investiu mais de 15 milénio milhões de dólares em 36 países africanos desde a sua geração

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