a d v e r t i s e m e n tO Banco Mundial afirmou que Cabo Virente continua “numa trajectória sólida de recuperação”, mas que “persistem vulnerabilidades importantes”, num relatório de actualização económica sobre o país publicado nesta segunda-feira (23). 

Segundo informou a Lusa, o documento faz menção ao desenvolvimento do Resultado Interno Bruto (PIB) de 7,3%, em 2024, “impulsionado por uma poderoso operosidade turística e por uma recuperação moderada da lavradio” e, tal uma vez que anunciado a 10 de Junho – no relatório sobre as Perspectivas Económicas Globais -, prevê um desenvolvimento de 5,9% para nascente ano.

“Todavia, apesar dos progressos assinaláveis – nomeadamente na gestão macroeconómica, na redução do rácio de endividamento e na subtracção da pobreza –, persistem vulnerabilidades importantes, uma vez que a sujeição do turismo, a exposição a choques externos e as pressões fiscais provenientes das empresas públicas”, acrescenta-se na actualização.

No relatório, intitulado “Desbloquear o Potencial Poupado das Mulheres”, analisam-se as projecções de desenvolvimento, destacam-se os avanços no combate à pobreza e sugerem-se reformas estruturais.

“São necessárias reformas ousadas – em privado, para melhorar a governação das empresas públicas, concordar a participação económica das mulheres e variar a economia”, afirmou Indira Campos, representante residente do Banco Mundial em Cabo Virente, citada no documento.

O Banco Mundial sugere “prudência na geração de novas entidades” e “disciplina orçamental”. 

São ainda recomendadas “políticas que assegurem um desenvolvimento inclusivo”, salienta a instituição, acrescentando que “apesar dos progressos nas áreas da instrução e da saúde, as mulheres cabo-verdianas continuam a enfrentar barreiras no mercado de trabalho”.

No relatório indica-se que varar as desigualdades de género no ocupação e nos rendimentos poderá aumentar o PIB até 12,2% a longo prazo.

O documento refere que a inflação “caiu para 1% em 2024 – o valor mais inferior dos últimos anos –, o que contribuiu para a redução da pobreza para 14,4%”, considerando a risca de pobreza de 3,65 dólares por dia, em paridade do poder de compra de 2017.

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