Nasceu porquê Cozimafra Prestige, em 2016, em Ponte do Rol, Torres Vedras, mas mudou de nome para Kiune, no final de 2023.


O “rebranding” não surtiu efeito, pois pouco meses depois, em julho do ano pretérito, aderiu ao Processo Privativo de Revitalização (PER) com dívidas de 3,5 milhões de euros, tendo a Caixa de Crédito Agrícola Reciprocamente de Alenquer porquê maior credor, reclamando 1,3 milhões de euros, seguindo-se o BCP (727 milénio euros) e estatal Caixa Universal de Depósitos (405 milénio euros).


A Segurança Social e o Fisco surgem na lista com créditos reconhecidos de 60 milénio e 10 milénio euros, respetivamente.


O projecto de recuperação da Kiune viria a ser chumbado pelos credores, o que determinou a apresentação da empresa à insolvência em 25 de fevereiro pretérito.


Especializada no fabrico de mobiliário, a Kiune dedicava-se ao design, produção, comercialização, importação, exportação, instalação, assistência e manutenção de mobiliário para cozinha, lavandaria, quarto, sala e mansão de banho.


Entretanto, no contexto do processo de insolvência da Kiune, a tamanho falida decidiu colocar a unidade industrial completa para fabrico de mobiliário – avaliada em mais de 1,8 milhões de euros – em leilão eletrónico, tendo escolhido para o efeito a plataforma da leiloeira Leilosoc.


O estabelecimento mercantil posto em leilão online inclui um arrecadação industrial, máquinas e equipamentos.


“Os ativos podem ser adquiridos lote a lote ou através de dois tipos de combinação de venda. A unidade industrial completa (imóvel com os bens móveis) tem um valor base de 1.822.550 euro e um valor mínimo de 1.564.295 euros. A totalidade dos bens móveis está avaliada em 100.850 euros (valor base)”, detalha a Leilosoc, em expedido.


O arrecadação industrial tem uma espaço totalidade de 5.828 metros quadrados e é constituído pelos pavilhões A e B, duas frações autónomas com logradouro generalidade.


Os pavilhões têm áreas brutas privativas de 1.158 e de 1.386 metros quadrados, respetivamente.


Ainda de contrato com a informação fornecida pela Leilosoc, o prédio tem um valor base de 1.721.700 euros e um valor mínimo de 1.463.445 euros, com os interessados a poderem iniciar as ofertas em 1,2 milhões de euros.


“Ao abrigo do Item n.º 270, n.ºs 1 e 2 do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas (CIRE), o arrecadação beneficia de isenção de Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) e Imposto de Selo”, realça a leiloeira.


Relativamente ao universo dos bens móveis, estão em leilão máquinas e equipamentos industriais (CNCs, orladora, esquadrejadora, risca de montagem, entre outros), equipamentos de suporte à indústria, stock e matérias-primas, e equipamentos de escritório.

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