A repúdio da equipa de gestão da Siavilo SGPS, antiga TAP SGPS, fez com que, depois de esvaziada de ativos, ficasse também sem liderança. Cabe agora ao Estado, enquanto acionista da empresa, a responsabilidade de convocar uma plenário universal para ser nomeada a novidade gestão de uma companhia que tem de fazer frente a dificuldades financeiras e a um pagamento iminente de 177 milhões de euros.

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