Castro Almeida avançou com levante oferecido na segmento final do primeiro de dois dias do debate do Programa do Governo na Reunião da República, depois de ter sido questionado pelo deputado social-democrata Miguel Santos sobre a meta do executivo de Portugal atingir 55% do Resultado Interno Bruto (PIB) em exportações.
O ministro da Economia e da Coesão Territorial, na sua resposta, começou por considerar fundamental a aposta nas exportações e adiantou que, nesse sentido, o Governo, através do Banco Português de Fomento, terá um projecto “mais cobiçoso”.
De convenção com o membro do executivo, face à incerteza das políticas tarifárias norte-americanas, “vai ser preciso encontrar para as empresas nacionais outros locais para exportar”, embora “outros locais apresentem também mais risco e mais incerteza”.
Castro Almeida referiu logo que um empresário vai querer fazer seguro de crédito à exportação para novos clientes, sendo por isso necessário substanciar a componente do base e da garantia do Estado para esse seguro de crédito à exportação.
“O Banco de Fomento será fundamental para isso e também para fabricar mais linhas de crédito à exportação. Esta semana mesmo 37 milénio pequenas e médias empresas vão receber uma missiva com pré-aprovações de crédito para exportação”, declarou.
Para o membro do Governo, esta “é uma forma dissemelhante de trabalhar e que vai permitir mobilizar desde já 2.100 milhões de euros e, em breve, mais 1.400 milhões de euros para a internacionalização das empresas”.
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