“Estamos convictos, neste momento em que estou a falar, que os números que foram apresentados e que foram sublinhados também pelo ministro de Estado e das Finanças são aqueles que correspondem à verdade”, afirmou.
 
O ministro falava aos jornalistas na Parlamento da República depois de entregar o programa do XXV Governo Constitucional à primeira vice-presidente do parlamento, a social-democrata Teresa Morais.
“Não é a primeira vez que o Governo fica numa ilustre solidão nas previsões económicas e depois vem a ter razão, isso aconteceu o ano pretérito”, assinalou.
Carlos Abreu Amorim admitiu alterações em virtude dos conflitos que estão a percurso no mundo, incluindo a recente escalada entre Israel e o Irão, e salientou que um dos pontos da agenda transformadora do Governo “é o reforço do robustecimento do investimento na Resguardo”.
“Isso foi feito de congraçamento com os nossos compromissos internacionais e ainda antes dos últimos desenvolvimentos de conflito internacional, acerca do qual, uma vez que é evidente, estamos muito preocupados. Pedimos, já foi feito pelo ministro de Estado e dos Estados Estrangeiros, um esforço de contenção a todas as partes”, afirmou o ministro.
No Orçamento do Estado para 2025, o Governo tinha assinalado para um prolongamento do PIB de 2,1% mas reviu em subida essa projeção no Relatório Anual de Progresso, entregue a Bruxelas, para 2,4%.
As instituições têm divulgado previsões mais pessimistas, uma vez que o Banco de Portugal, que reviu em poderoso baixa a estimativa do prolongamento da economia portuguesa oriente ano, de 2,3% para 1,6%.
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