O Novo Banco nasceu há pouco mais de 10 anos, em seguida a solução do BES. É uma “marca branca” que perdurou e, segundo o CEO do BPCE, que fechou um conformidade para comprar a instituição financeira por uma soma de 6,4 milénio milhões de euros, vai manter-se, para já.
“Não temos qualquer projeto para mudar a marca. Não está na agenda, hoje”, disse Nicolas Namias durante a conferência com os jornalistas para anunciar a operação de obtenção do banco português ao Lone Star.
“Não temos planos para mudar a marca, hoje”, repetiu o CEO, lembrando que Novo Banco é uma marca que já existe há mais de uma dez no sistema financeiro português.
Recorde-se que a marca Novo Banco foi uma segunda opção para a denominação da instituição liderada por Mark Bourke.
Carlos Costa, que era o Governador do Banco de Portugal no dia da solução do BES, a 3 de agosto de 2014, sugeriu a Bruxelas que o banco que resultou da solução do BES deveria chamar-se “Novo BES”. A proposta foi chumbada.
Perante a repudiação do nome, Carlos Costa revelou, numa das passagens pela Tertúlia da República, que demorou menos de 10 minutos a apresentar outra proposta de nome, desta feita “Novo Banco”.
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