O Serviço Vernáculo de Investigação Criminal (SERNIC) começou a utilizar tecnologia de precisão para identificação rápida e não invasiva de drogas, reforçando o combate ao tráfico de estupefacientes no País, informou a dependência Lusa.

“Com os novos dispositivos do SERNIC será verosímil reduzir significativamente o tempo de estudo no lugar da consumição, além de minimizar o risco de contaminação e certificar uma elevada precisão nos resultados”, explicou o director do Departamento de Cooperação Internacional do SERNIC, Joaquim Alfândega, citado num enviado daquela corporação, enviado à Lusa.

De consonância com o organização, as ferramentas – designadas ‘Raman’ – são portáteis de subida precisão que permitem a identificação rápida e não invasiva de substâncias ilícitas. Foram doadas ao País pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Delito (UNODC), estando já implementadas, agora, em 10 das 11 províncias do País.

Para além dos dispositivos ‘Raman’, o UNODC forneceu ainda computadores destinados ao processamento dos dados recolhidos pelos dispositivos, e formou agentes para ministrar capacitações nestas matérias, tendo a última formação realizado em finais de Maio pretérito, no laboratório meão do SERNIC, em Maputo.

“Já começamos a ver resultados concretos: em Março, o SERNIC identificou e apreendeu 42 quilogramas de heroína e 90 quilogramas de metanfetaminas, recorrendo aos dispositivos Raman, uma prova clara de porquê a tecnologia, aliada à formação, pode travar os fluxos de substâncias ilícitas”, declarou Joaquim Alfândega.

Por sua vez, António De Vivo, dirigente do escritório do UNODC em Maputo, também citado no documento, avançou que os dados sobre os crimes são “fundamentais” porque permitem identificar padrões de tráfico, fortalecer a cooperação entre as instituições e sustentar políticas públicas baseadas em dados concretos, tanto a nível pátrio porquê internacional.

O objectivo, afirmou, é simples: “Erigir uma capacidade judicial autónoma e sustentável”.

“Ao dotar as equipas nacionais de competências e ferramentas alinhadas com padrões internacionais, estamos a contribuir para que os crimes relacionados com o tráfico de estupefacientes sejam combatidos com maior eficiência e rigor técnico”, disse o responsável da UNODC.a d v e r t i s e m e n t

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