“Só nos primeiros cinco meses deste ano foram apreendidos produtos de tabaco que equivalem a 3,5 milhões de euros de perda de receita fiscal, demonstrando a dimensão do problema que afeta não só a indústria, mas todos os contribuintes portugueses”, indicou, em enviado.
 
Estes dados fazem segmento de um contador, em tempo real, da Imperial Brands, que mostra as quantidades de produtos de tabaco apreendidas pelas autoridades, recorrendo a dados da GNR e da Poder Tributária.
Desde o início do ano foram assim retirados do mercado 1,2 milhões de cigarros, 8,2 toneladas de folha de tabaco, o equivalente a 20.000 cigarros eletrónicos de ‘vaping’ e 4,4 toneladas de trabalho de mastigar.
Segundo as estimativas da empresa, anualmente, a perda de receita fiscal devido ao negócio ilícito de produtos de tabaco ronda os 70 milhões de euros.
Estes valores representam muro de 4% do totalidade de produtos de tabaco comercializados em Portugal.
“O contrabando de tabaco não é individual pátrio, mas o seu combate deve ser uma prioridade pelo impacto transversal negativo que assume, desde fabricantes, armazenistas, retalhistas, consumidores e contribuintes”, apontou, citado na mesma nota, o diretor de mercado da Imperial Brands Portugal, Miguel Simões.
A Imperial Brands é uma das maiores empresas de tabaco, que está presente em 120 mercados, incluindo Portugal, e conta com mais de 25.000 funcionários.
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