O Presidente da República, Daniel Chapo, também presidente da Frelimo, pediu esta quinta-feira, 12 de Junho, uma tranquilidade duradoura que afaste a conotação internacional do País com conflitos e instabilidade, para assim atrair investimentos e alavancar a economia vernáculo, informou a dependência Lusa.
“Estamos proibidos de falhar. Temos de produzir um envolvente de tranquilidade plena e duradoura, para que o País deixe de ser visto uma vez que uma país de conflitos recorrentes e de vários acordos (posteriores, de pacificação), o que não ajuda a atrair investimentos que tanto precisamos para produzir mais ocupação para a nossa população e para a juventude”, disse Daniel Chapo.
A posição foi assumida na mediação de lisura, em Maputo, do simpósio da Frelimo referente à celebração dos 50 anos da independência vernáculo e dos 63 anos do partido, em que o Presidente da República e do partido no poder desde 1975 voltou a pedir esforços colectivos para a manutenção da tranquilidade no País, defendendo ser precípuo para o desenvolvimento.
“Os investidores nacionais e estrangeiros, para colocar os seus investimentos, precisam de um País em tranquilidade e segurança e com segurança política, económica e social”, apelou Daniel Chapo, indicando que é urgente “terminar com o ciclo de violência”, para Moçambique se concentrar no desenvolvimento.
“O compromisso do diálogo vernáculo e inclusivo que estamos a liderar precisa de ser manteúdo com experiências que acumulamos uma vez que país e uma vez que moçambicanos, cruzando com experiências e sucesso noutras geografias desse planeta terreno”, acrescentou.
Ao discursar na lisura do simpósio, Daniel Chapo defendeu que a independência foi verosímil devido à unidade vernáculo, valor que continua a orientar os moçambicanos.
“A vitória da nossa poema libertária e a consequente proclamação da independência vernáculo a 25 de Junho de 1975 só foram possíveis graças à unidade vernáculo. A unidade vernáculo foi e continua a ser o estandarte da Frelimo na sua visão de edificar uma sociedade moçambicana mais justa, democrática, próspera e solidária”, acrescentou Daniel Chapo, pedindo aos moçambicanos para revisitarem a história do País uma vez que forma para reconhecer o caminho até à independência vernáculo.
Moçambique viveu quase cinco meses de tensão social, com manifestações, inicialmente em oposição aos resultados eleitorais de 9 de Outubro, convocadas pelo ex-candidato presidencial Venâncio Mondlane, saldando-se na morte de 400 pessoas e devastação de bens.
O Governo confirmou pelo menos 80 mortos, além da devastação de 1677 estabelecimentos comerciais, 177 escolas e 23 unidades sanitárias durante as manifestações.
Os partidos nacionais com assento parlamentar e nas assembleias municipais e provinciais assinaram em 5 de Março um compromisso político com o Presidente da República, visando reformas estatais, o qual foi, posteriormente, transformado em lei pelo Parlamento.a d v e r t i s e m e n t
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