O consultor zimbabueano em energias renováveis, Thiapo Valentini, defendeu esta quarta-feira (11), em Maputo, que Moçambique reúne todas as condições para assumir um papel de liderança na transição energética do continente africano, apontando o País uma vez que “a futura potência energética da África Sul e Mediano”.

Valentini falava durante a Cimeira e Lição Ensejo da Rede de Mulheres em Energias Limpas e Obra Climática da GMT, onde destacou o potencial do País não exclusivamente pela variedade da sua matriz energética — que inclui gás oriundo, hídrica e solar — mas também pela sua capacidade de integrar soluções tecnológicas inovadoras e inclusivas.

“O único recurso energético que Moçambique ainda não explora é o nuclear. Mas tudo o resto está cá. O País tem uma posição estratégica, recursos abundantes e, com vontade política e investimento manifesto, pode tornar-se a espinha dorsal do mercado energético regional”, afirmou o perito, elogiando os avanços do Governo moçambicano na expansão do chegada à robustez.

Durante a sua mediação, Valentini sublinhou a preço de prometer que a transição energética inclua as mulheres em todas as fases da ergástulo de valor, defendendo uma aposta deliberada na instrução científica e tecnológica desde o ensino primordial.

“A participação feminina não pode ser exclusivamente retórica. É preciso empoderamento real, através de formação, conectividade, chegada à robustez e inclusão nos mercados. Educar uma rapariga é transformar uma família e, por consequência, uma país”, frisou.

O perito, com larga experiência no sector energético, explicou que está a colaborar com parceiros africanos na implementação de soluções tecnológicas para vincular escolas remotas à Internet e fornecer pacotes solares que garantam chegada contínuo à robustez. Em paralelo, aposta na geração de mini-redes e projectos educativos centrados em competências digitais e científicas, sobretudo nas zonas rurais.

Valentini terminou o seu exposição com uma nota de encorajamento à juventude moçambicana, dizendo que “é preciso deixar de sonhar e encetar a fazer. Moçambique tem tudo para ser uma referência em robustez limpa — agora é o momento de agir.”

Texto: Felisberto Ruco

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