A Cá É Fresco, descrita porquê a maior rede de lojas de proximidade do país, tirou frutos do aumento de quase 10% do número de “stands” na sua XIV Convenção, em Aveiro, ao ver crescer, em idêntica proporção, o volume de negócios diretos realizados entre os mais de 1.500 participantes para 16,97 milhões de euros, superando o recorde da edição anterior em Braga (15,5 milhões de euros).
Os dados foram facultados pela diretora executiva da Cá É Fresco em jeito de balanço do evento que decorreu a 8 e 9 de junho, no Meio de Exposições de Aveiro, o primeiro de cariz público a racontar com o recém-empossado secretário de Estado para o Turismo, Negócio e Serviços, Pedro Machado.
Ao Negócios, olhando para o desempenho no ano pretérito, Carla Esteves realça que a rede – que conta com aproximadamente 700 súper e minimercados independentes, a maioria dos quais a setentrião do Mondego – aumentou a faturação em 10% em 2024, superando a média de 7%, observada no retalho nutrir, segundo dados da consultora Nielsen.
A marca própria, “UP”, que cumpre duas décadas, tem 650 referências, sobretudo nas áreas nutrir e DPH (perfumaria, limpeza e higiene), tendo registado um prolongamento de 8% das vendas em 2024.
A rede Cá é Fresco, que representa um totalidade de 110 milénio metros quadrados de espaço de venda conjunta, integra 14 grossistas, 38 cash & carry e 700 lojas.
“Em 2025 continuamos muito focados na competitividade em gerar, por exemplo, formas de fidelizar o cliente, assim porquê na digitalização, porque todas deviam ter ‘site’, e na segmento da responsabilidade social, nomeadamente no que toca ao desperdício nutrir”, diz Carla Esteves.
Outro objetivo passa por executar um projeto posto em marcha no ano pretérito. “Temos uma imagem renovada, mais fresca, mais atrativa, usada em 250 das 700 lojas”.
“Queremos ajudar o negócio de proximidade a continuar a dar cartas até porque é muito importante para dinamizar a economia lugar”, realça.
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